segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Tabagismo


Tabagismo no mundo
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumadores. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o hábito de fumar.


Boas razões para deixar de fumar:
- Deixar de fumar é fundamental.
- Viverá mais e melhor.
- Ao deixar de fumar reduz-se a possibilidade de sofrer um ataque de coração ou um cancro.
- Se estiver grávida aumenta a possibilidade de ter um bebé saudável.
- As pessoas que vivem consigo principalmente as crianças e idosos, serão mais saudáveis.
- Terá mais dinheiro para gastar em outras coisas necessárias.


Fontes:




Trabalho relizado por: - José Fonseca nº 18

- Flávia Sousa nº 1o

Cancro


Cancro é o nome comum da neoplasia maligna, é uma doença caracterizada por uma população de células que cresce e se dividem sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes, e podem se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástase. Estas propriedades malignas do cancro diferenciam-no dos tumores benignos, que são auto-limitados no seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes.

O cancro pode afectar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de cancro aumenta com o crescimento das pessoas. O cancro causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo o cancro de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam.
Quase todos os cancros são causados por anomalias no material genético de células transformadas. Estas anomalias podem ser resultado dos efeitos de carcinógenos, como o tabagismo, radiação, substâncias químicas ou agentes infecciosos.

Muitas vezes, os médicos não conseguem explicar porque é que uma pessoa desenvolve cancro e outra não. No entanto, a investigação demonstra que determinados factores de risco aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver cancro. Globalmente, os factores de risco mais comuns, para o cancro, são apresentados em seguida:

-Envelhecimento;
-Tabaco;
-Luz solar;
-Radiação ionizante;
-Determinados químicos e outras substâncias;
-Alguns vírus e bactérias;
-Determinadas hormonas;
-Álcool;
-Dieta pobre, falta de actividade física ou excesso de peso.


Muitos destes factores de risco podem ser evitados. Outros, como por exemplo a história familiar, não podem; como tal, é importante referir sempre ao médico quaisquer dados clínicos familiares relevantes que existam na família.

Fontes:http://www.roche.pt/sites-tematicos/infocancro/index.cfm/nocoes/factores-de-risco/

Ana Rita Ribeiro nº2 /6ºC
Patrícia Silva nº21/6ºC

Obesidade

Obesidade é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é visto, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública.
A obesidade pode ser definida em termos absolutos e relativos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos pelo IMC (índice de massa corporal) e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto factor de risco cardiovascular e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações.
Medição de gordura corporal
Uma maneira alternativa de determinar obesidade é medindo a percentagem de gordura corporal. Médicos e cientistas, em geral, concordam que homens com mais de 25% de gordura e mulheres com mais de 30% de gordura são obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal com precisão.

Para evitar esta doença é preciso:
1. Praticar uma alimentação saudável;
2. Evitar alimentos ricos em sal;
3. Evitar fast-food;
4. Evitar o excesso de açúcar;
5. Evitar alimentos conservados em fumagem e salga;
6. Praticar exercício físico regularmente;
7. Evitar bebidas gasosas;
8. Evitar alimentos ricos em gordura;
9. Tomar sempre o pequeno-almoço «completo»;
10. Não comer de forma exagerada;
11. Consumir alimentos frescos;
12. Lavar muito bem os alimentos;
13. Fazer 6 refeições por dia;
14. Não passar mais de 3h e meia sem comer;
15. Evitar dietas exageradas;
16. Consumir fruta, legumes, hortaliças e leite em quantidades suficientes.

Fontes: Wikipédia

Emanuel Cabral e Miguel Sousa

Doenças Cardiovasculares

As Doenças Cardiovasculares são as doenças que alteram o funcionamento do sistema circulatório. Este sistema é formado pelo coração, vasos sanguíneos (veias, artérias e capilares) e vasos linfáticos.
O sangue é bombeado pelo coração e circula através dos vasos sanguíneos (artérias e veias), irrigando todos os tecidos do corpo, inclusive o próprio coração.

Factores de risco

Os factores de riscos são condições ou hábitos que agridem o coração ou as artérias.
Não há uma causa única para as Doenças Cardiovasculares. Mas sabe-se que existem factores que aumentam a probabilidade de sua ocorrência. São os denominados factores de risco cardiovascular. Entre estes, os principais são: hipertensão arterial, dislipidemia, (colesterol alto), tabagismo, diabetes mellitus, sedentarismo, obesidade, hereditariedade e stress.


Fonte: http://www.pgr.mpf.gov.br/pgr/saude/doenças/dcardio.htm


Trabalho realizado por: Daniela Silva nº6/6ºC
Luis Pereira nº19

Anorexia

O que é a anorexia?

A anorexia é uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar e stress físico. A anorexia é uma doença complexa, envolvendo membros psicológicos, fisiológicos e sociais. A anorexia afecta primariamente adolescentes do sexo feminino e jovens mulheres do Hemisfério Ocidental. No caso dos adolescentes, poderá estar ligada a problemas de dismorfia, dificuldade em ser aceito pelo grupo, ou em lidar com a sexualidade geradora emergente, especialmente se houver um quadro neurótico ou história de abuso sexual. A taxa de mortalidade da anorexia é de aproximadamente 10%, uma das maiores entre qualquer transtorno psicológico.

Como se previne?

Uma diminuição da violência cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode casualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para aquisição de um contorno "ideal", pois eles têm um papel decisivo no aparecimento da alteração alimentar.

O que se sente?

- Perda de peso num curto espaço de tempo;

- Alimentação e preocupação com o peso corporal tornam obcecações;

- Convicção de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro;

- Paragem do ciclo menstrual;

- Interesse exagerado por alimentos.

Complicações médicas

- Desnutrição e desidratação;

- Hipotensão (diminuição da pressão arterial);

- Anemia;

- Redução da massa muscular;

- Intolerância ao frio;

- Motilidade gástrica diminuída;

- Amenorreia (parada do ciclo menstrual);

- Osteoporose (rarefacção e fraqueza óssea);

- Infertilidade em casos crónicos.




Trabalho realizado por:
Helena Reis nº12
Jorge Pinto nº16






segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

LUTA CRONTA A SIDA

O Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, que se comemora no dia 1 de Dezembro, tem como principal objectivo promover a prevenção e consciencialização sobre a epidemia de HIV. Apenas 10% da população mundial infectada tem acesso a assistência. É nos países mais pobres que se concentra 90% da população infectada. Até agora, 15 milhões de crianças perderam um ou ambos os pais por doenças associadas à SIDA. Calcula-se que em 2010 este número pode chegar aos 40 milhões. Além do problema social que representa, os custos económicos da SIDA constituem um grave ameaça para o crescimento e estabilidade, principalmente para os países pobres, onde a doença continua a matar pessoas no auge das suas vidas.
A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.
VIH é a sigla para Vírus da Imunodeficiência Humana. HIV é a sigla em inglês para Human Immunodeficiency Virus. SIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida. É um conjunto de sinais e sintomas bem definidos que podem surgir em indivíduos com a infecção pelo VIH.
Desde o momento em que se adquire a infecção até que surjam sintomas de doença decorre um período de tempo, designado como fase assintomática da infecção pelo VIH, (que pode durar em média 8 a 10 anos), em que a pessoa infectada não tem qualquer sintoma e se sente bem. Nesta fase a infecção pode ser detectada apenas se efectuarem as análises específicas para o VIH. Esta é a fase da doença em que se diz que o indivíduo é seropositivo. Na evolução da infecção pelo VIH verifica-se uma destruição progressiva do sistema de defesa do organismo humano (o sistema imunológico), com estabelecimento de um estado de imunodepressão que permite o aparecimento de infecções oportunistas e determinados tipos de tumores. Quando uma pessoa infectada pelo VIH tem uma destas infecções oportunistas ou tumores passa a dizer-se que já tem SIDA.Quer um seropositivo, quer um indivíduo com SIDA podem transmitir a infecção a outras pessoas através de comportamentos de risco.
FONTES:
http://www.roche.pt/sida/faq/
http://navegar.com.pt/
Bruna Heleno nº4
Pedro Pinto nº25