quarta-feira, 27 de maio de 2009

Os dois amigos

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O Rapaz Aventureiro

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Ulisses


Depois de termos ido assistir ao espectáculo "A Aventura de Ulisses", ficámos curiosos por saber mais pormenores das emocinantes aventuras de Ulisses. Então, deixamos aqui um breve resumo das façanhas que viveu durante o seu regresso a Ítaca.

Ulisses vivia num ilha grega chamada Ítaca e era muito feliz com a sua mulher Penélope e o seu filho ainda muito pequenino Telémaco.
Um príncipe troiano raptou a lindíssima rainha grega Helena e levou-a para Tróia.
Ulisses, como bom grego e valente, tinha de ir para a guerra, coisa que não lhe agradava porque não gostava destas confusões e o que o entusiasmava era a aventura.
Foi uma guerra que durou dez anos. Ulisses, como estava com saudades da família, resolveu fazer um cavalo de madeira e ofereceu-o aos troianos, dando a entender que se iam embora. Mas não foi verdade, pois esconderam-se dentro do cavalo de madeira. Ao fim de alguns dias, os troianos abriram as portas da cidade para o oferecer aos seus deuses por terem ganho a guerra.
Nessa madrugada, Ulisses e os seus companheiros saíram do cavalo, apanharam os troianos desprevenidos e destruíram a cidade, depois disto tentaram regressar a Ítaca.
Na viagem de regresso, o navio de Ulisses foi arrastado por causa das correntes do mar para outra direcção. Os marinheiros saíram do navio e foram ver a ilha. A certa altura, viram um homem gigante só com um olho no meio da testa a tomar conta do rebanho. Com medo de serem vistos, esconderam-se numa gruta. Só que à noite, o gigante foi guardar o seu rebanho na gruta onde Ulisses estava escondido. Quando o gigante se apercebeu deles, comeu alguns e fez outros prisioneiros. Então Ulisses, depois de tentar negociar a liberdade com o gigante e este não ter aceitado, decidiu espetar um pau afiado no olho do gigante e ele ficou cego. De manhã, quando o gigante estava a soltar o seu rebanho, Ulisses e os seus amigos saíram agarrados às ovelhas sem que o gigante se apercebesse da fuga deles.
Depois de saírem da ilha do gigante, avistaram uma nova ilha e encontraram um rei que os ajudou a encontrar o caminho para Ítaca. O rei deu-lhes um saco onde guardou os ventos fortes do mar, só que era um segredo que Ulisses não podia contar a ninguém. Mas a curiosidade dos companheiros em querer saber o que tinha aquele saco era grande. Um dia, sem que Ulisses desse conta, foram ver o saco e provocaram uma grande tempestade. Depois dessa tempestade tiveram de arranjar o seu navio e só depois continuaram a sua viagem.
Depois de alguns dias avistaram nova ilha, só que Ulisses não saiu do navio porque estava muito cansado, então foram os seus colegas. Como os seus colegas demoraram a chegar, Ulisses ficou preocupado. Entretanto, apareceu um colega muito assustado e disse a Ulisses que os seus colegas tinhas sido transformados em porcos depois da feiticeira Circe lhes ter dado a beber um licor. Então Ulisses foi tentar ajudar os seus amigos e, no caminho, encontrou uma senhora que lhe deu a erva da vida. Quando Circe viu Ulisses, apaixonou-se por ele e quis que ele casasse com ela, mas Ulisses recusou porque já era casado e ela fez dele prisioneiro. Passado algum tempo, Circe viu que Ulisses estava muito triste e deixou-o partir com os seus companheiros, mas avisou-os do encanto das sereias.
No regresso a casa, Ulisses passou pela terra dos Infernos e encontrou a sua mãe, que lhe contou que Ítaca estava com problemas. Saiu da terra dos Infernos para ir ajudar Ítaca.
Depois de navegarem alguns dias, chegaram ao mar das sereias e os seus amigos avisaram Ulisses para os perigos que corriam mas ele não acreditou neles e deixou-os amarrá-lo ao mastro do navio para não se iludir com as sereias.
A viagem continuou e houve um grande naufrágio em que morreram todos menos Ulisses, que foi encontrado desmaiado.
Quando Ulisses recuperou a memória, ajudam-no a regressar a Ítaca. Só que nessa viagem adormeceu e foi deixado na praia. Quando acordou, apareceu uma deusa que lhe disse que ele estava em Ítaca. Ficou todo feliz e quis ir ao encontro da sua esposa. Mas a deusa transformou-o num mendigo. Então foi ao palácio pedir esmola e a sua esposa, não sabendo quem ele era, mandou-o entrar para ele comer, beber e pediu a uma senhora que lhe lavasse os pés. Esta senhora, quando lavava os pés do mendigo, viu uma cicatriz num joelho e logo descobriu que se tratava de Ulisses. Ele pediu-lhe segredo e, no dia seguinte, o mendigo apareceu no meio das pessoas. Deixou cair o seu manto e lutou contra eles. O povo ficou todo contente ao saber que Ulisses tinha voltado, principalmente a sua esposa Penélope e o seu filho Telémaco.
E assim terminou mais uma aventura de Ulisses.
Teatro: A Aventura de Ulisses


No dia 16 de Fevereiro, a nossa Escola juntou algumas turmas e lá partimos nós, depois do almoço, rumo ao Porto, num autocarro repleto de alunos ansiosos por assistir à peça de teatro intitulada “A Aventura de Ulisses “, em cena no Cine – Teatro da Batalha. Connosco foram também as professoras Lurdes Resende e Maria do Sameiro.
A viagem de ida foi muito animada: certos alunos cantavam, alguns ouviam música, outros falavam e ainda outros jogavam PSP da colega Flávia. Quando chegámos ao Porto, a professora alertou todos os alunos para saírem do autocarro com calma e aos pares, para se evitarem acidentes.
E assim foi.
Já dentro do teatro e confortavelmente sentados, esperámos que chegassem todas as turmas para ver o espectáculo. Alguns minutos depois, apagaram-se as luzes, fez-se silêncio e o teatro começou.
Tratava-se de uma peça na qual os Deuses do Olimpo decidiam a vida de Ulisses, após a guerra de Tróia, a partir de um jogo interactivo. Através desse jogo, os Deuses controlavam a vida de Ulisses e dos seus companheiros durante a viagem de regresso a Ítaca. Viveu as mais perigosas e emocionantes aventuras até, finalmente, chegar ao seu destino e tudo terminar bem.
A peça foi super engraçada! No final, todos se levantaram e bateram palmas pelo bom espectáculo.
A viagem de regresso foi igualmente divertida.
Assim, vale a pena ir ao teatro!


Trabalho realizado por:

Helena Reis nº12
Jorge Pinto nº16

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Portugal no século XXI - sector primário

As Actividades Económicas

O sector primário:

- A agricultura


A agricultura é uma actividade muito importante do sector primário e, como está relacionada com as condições naturais do clima, do relevo e do solo, apresenta características diferentes.
Em Portugal, foram definidas nove regiões agrárias: sete no continente e mais duas nas regiões autónomas.


Principais produtos:

- Entre – Douro e Minho: milho, vinho, batata e produtos hortícolas.

- Em Trás-os-Montes: centeio, azeite, vinho e fruta (maçã e amêndoa).

- Na Beira Litoral: milho, arroz, batata, vinho e produtos hortícolas.

- Na Beira Interior: centeio, vinho, azeite, batata e fruta (pêssego, cereja e maçã).

- No Ribatejo e no Oeste: arroz, vinho, fruta (melão, pêssego, maçã, pêra, uva e morango).

- No Alentejo: trigo, vinho, azeite e culturas industriais (girassol e tomate).

- No Algarve: produtos hortícolas, fruta (laranja, amêndoa e uva de mesa) e vinho.

- Na Madeira: vinha, banana, cana-de-açúcar e batata.

- Nos Açores: vinho, milho, beterraba sacarina e ananás.

- A pecuária

A pecuária é a criação de animais. Está ligada à agricultura, pois também depende das condições naturais.
Em Portugal, o gado que tem maior número de efectivos é o ovino. No entanto, o gado suíno e o gado bovino têm maior número de compradores, devido à sua importância na alimentação humana e na produção de matérias-primas.

- Gado bovino: produz-se mais no Alentejo e entre Douro e Minho;

- Gado ovino: produz-se mais no Alentejo;

- Gado suíno: produz-se mais no Ribatejo e no Oeste;

- Gado caprino: produz-se mais no Alentejo e na Beira Interior.

O Alentejo é a maior região produtora do gado bovino, caprino e ovino. No Ribatejo e Oeste destaca-se com a produção de gado suíno.


-A silvicultura
A silvicultura é a manutenção, exploração e recuperação de florestas. Dela resulta a produção de madeira, cortiça, resina e outros produtos, que são utilizados como matérias-primas por indústrias, principalmente a do mobiliário e a do papel.
Em Portugal, a floresta ocupa cerca de um terço do território nacional.
Na floresta natural portuguesa, as espécies mais representativas são: o pinheiro bravo, sobreiro e a azinheira, a que se junta o eucalipto, que foi introduzido no nosso país.
Devido ás condições climáticas (verões quentes e secos), há incêndios de forma elevada, sobretudo nas áreas de maior ocupação florestal.
A importância do sobreiro é a produção de cortiça, em que Portugal ocupa os primeiros lugares a nível mundial.


- Os recursos minerais do subsolo
Actividade de extracção de minerais do subsolo é designada por indústria extractiva e inclui-se no sector primário, por retirar da Natureza os produtos que fornece. A localização destas actividades depende da existência de jazidas minerais e de nascentes de águas naturais.
Associada à exploração de recursos do subsolo, está o aproveitamento dos recursos hidrominerais:
- Águas termais, cuja exploração é feita para fins medicinais, tendem também uma componente turística.
- Águas minerais e de nascente, que nos últimos anos, tem tido um crescimento considerável, devido ao aumento do seu consumo.


- Pesca

A pesca é uma actividade ligada ao mar, que tem grande importância na produção de recursos alimentares. As espécies mais pescadas nas águas portuguesas são: a sardinha, o carapau, o polvo, o peixe-espada preto, o atum, a cavala e a faneca. Os pescadores portugueses captam, ainda, outras espécies em águas mais longínquas, como acontece com o bacalhau e a pescada. De entre os portos da pesca portugueses, destacam-se, pela quantidade de pescado desembarcado, os de Matosinhos, Peniche e Sesimbra. Nos últimos anos, tem havido uma redução de pescado desembarcado. Este facto deve-se à intensa exploração das espécies, muitas vezes com a utilização de técnicas proibidas, como as redes de malhas finas, que capturam peixes muito jovens, impedindo a sua reprodução. Por isso, foram tomadas algumas medidas de protecção das espécies, tais como: a definição de quotas de pesca – quantidade máxima de pesca permitida, e a redução dos tamanhos com que as espécies podem ser capturadas e desembarcadas.

- Aquacultura

Outras formas de produzir recursos alimentares e ajudar à preservação das espécies é a aquacultura – produção de espécies em ambientes controlados pelo homem. Em Portugal, as espécies mais produzidas em aquacultura são: a truta, a dourada, o robalo e os bivalves, como a amêijoa e o berbigão. A produção destas espécies tem vindo a aumentar.
Pesquisa realizada por: Helena e Jorge

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Um amigo...

Nas aulas de EMRC estivemos a dialogar sobre a amizade e a importância que esta assume nas nossas vidas. Depois, partindo da expressão “Um amigo é alguém que...”, escrevemos poemas e textos narrativos...
Partilhamos, agora, alguns desses bonitos textos.

I
Um amigo é alguém que
Nunca nos esquece
E sempre que precisamos
Ele aparece.

II
Um amigo é uma pessoa
Com quem podemos falar.
E quando precisamos,
Com ele devemos desabafar.

III
Não quero riquezas
Não quero a fama
Só quero um amigo
Que muito me ama.

IV
Um amigo
Com muita amizade
Tem de ser
Um amigo de verdade.

João de Portugal


Um amigo é alguém que...
nos ajuda e está sempre presente quando nós
mais precisamos.
Um amigo é aquele que
nos ama e respeita as nossas decisões.
Um amigo é aquele que nos faz
companhia e em quem podemos confiar.
Um amigo,
um amigo é especial.

Bruna Heleno


Um amigo é alguém com quem podemos contar nos momentos difíceis.
Um amigo é alguém muito especial em quem nós podemos acreditar.
Nunca devemos esquecer os nossos amigos, sem eles a nossa vida não faz sentido.
Se não existissem os amigos, andávamos sempre sozinhos.
Um amigo é sempre um amigo!
Um amigo é alguém
Com quem podemos contar
Com ele podemos brincar
Saltar, correr e dançar.

Ana Rita