O sector primário:
- A agricultura
A agricultura é uma actividade muito importante do sector primário e, como está relacionada com as condições naturais do clima, do relevo e do solo, apresenta características diferentes.Em Portugal, foram definidas nove regiões agrárias: sete no continente e mais duas nas regiões autónomas.
Principais produtos:
- Entre – Douro e Minho: milho, vinho, batata e produtos hortícolas.
- Em Trás-os-Montes: centeio, azeite, vinho e fruta (maçã e amêndoa).
- Na Beira Litoral: milho, arroz, batata, vinho e produtos hortícolas.
- Na Beira Interior: centeio, vinho, azeite, batata e fruta (pêssego, cereja e maçã).
- No Ribatejo e no Oeste: arroz, vinho, fruta (melão, pêssego, maçã, pêra, uva e morango).
- No Alentejo: trigo, vinho, azeite e culturas industriais (girassol e tomate).
- No Algarve: produtos hortícolas, fruta (laranja, amêndoa e uva de mesa) e vinho.
- Na Madeira: vinha, banana, cana-de-açúcar e batata.
- Nos Açores: vinho, milho, beterraba sacarina e ananás.
- A pecuária
A pecuária é a criação de animais. Está ligada à agricultura, pois também depende das condições naturais.Em Portugal, o gado que tem maior número de efectivos é o ovino. No entanto, o gado suíno e o gado bovino têm maior número de compradores, devido à sua importância na alimentação humana e na produção de matérias-primas.
- Gado bovino: produz-se mais no Alentejo e entre Douro e Minho;
- Gado ovino: produz-se mais no Alentejo;
- Gado suíno: produz-se mais no Ribatejo e no Oeste;
- Gado caprino: produz-se mais no Alentejo e na Beira Interior.
O Alentejo é a maior região produtora do gado bovino, caprino e ovino. No Ribatejo e Oeste destaca-se com a produção de gado suíno.
-A silvicultura
- Gado ovino: produz-se mais no Alentejo;
- Gado suíno: produz-se mais no Ribatejo e no Oeste;
- Gado caprino: produz-se mais no Alentejo e na Beira Interior.
O Alentejo é a maior região produtora do gado bovino, caprino e ovino. No Ribatejo e Oeste destaca-se com a produção de gado suíno.
-A silvicultura
A silvicultura é a manutenção, exploração e recuperação de florestas. Dela resulta a produção de madeira, cortiça, resina e outros produtos, que são utilizados como matérias-primas por indústrias, principalmente a do mobiliário e a do papel.Em Portugal, a floresta ocupa cerca de um terço do território nacional.
Na floresta natural portuguesa, as espécies mais representativas são: o pinheiro bravo, sobreiro e a azinheira, a que se junta o eucalipto, que foi introduzido no nosso país.
Devido ás condições climáticas (verões quentes e secos), há incêndios de forma elevada, sobretudo nas áreas de maior ocupação florestal.
A importância do sobreiro é a produção de cortiça, em que Portugal ocupa os primeiros lugares a nível mundial.
- Os recursos minerais do subsolo
Actividade de extracção de minerais do subsolo é designada por indústria extractiva e inclui-se no sector primário, por retirar da Natureza os produtos que fornece. A localização destas
actividades depende da existência de jazidas minerais e de nascentes de águas naturais.
Associada à exploração de recursos do subsolo, está o aproveitamento dos recursos hidrominerais:
- Águas termais, cuja exploração é feita para fins medicinais, tendem também uma componente turística.
- Águas minerais e de nascente, que nos últimos anos, tem tido um crescimento considerável, devido ao aumento do seu consumo.
- Pesca
actividades depende da existência de jazidas minerais e de nascentes de águas naturais.Associada à exploração de recursos do subsolo, está o aproveitamento dos recursos hidrominerais:
- Águas termais, cuja exploração é feita para fins medicinais, tendem também uma componente turística.
- Águas minerais e de nascente, que nos últimos anos, tem tido um crescimento considerável, devido ao aumento do seu consumo.
- Pesca
A pesca é uma actividade ligada ao mar, que tem grande importância na produção de recursos alimentares. As espécies mais pescadas nas águas portuguesas são: a sardinha, o carapau, o polvo, o peixe-espada preto, o atum, a cavala e a faneca. Os pescadores portugueses captam, ainda, outras espécies em águas mais longínquas, como acontece com o bacalhau e a pescada. De entre os portos da pesca portugueses, destacam-se, pela quantidade de pescado desembarcado, os de Matosinhos, Peniche e Sesimbra. Nos últimos anos, tem havido uma redução de pescado desembarcado. Este facto deve-se à intensa exploração das espécies, muitas vezes com a utilização de técnicas proibidas, como as redes de malhas finas, que capturam peixes muito jovens, impedindo a sua reprodução. Por isso, foram tomadas algumas medidas de protecção das espécies, tais como: a definição de quotas de pesca – quantidade máxima de pesca permitida, e a redução dos tamanhos com que as espécies podem ser capturadas e desembarcadas.- Aquacultura
Outras formas de produzir recursos alimentares e ajudar à preservação das espécies é a aquacultura – produção de espécies em ambientes controlados pelo homem. Em Portugal, as espécies mais produzidas em aquacultura são: a truta, a dourada, o robalo e os bivalves, como a amêijoa e o berbigão. A produção destas espécies tem vindo a aumentar.Pesquisa realizada por: Helena e Jorge
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