quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Receitas de Natal

Roupa Velha

Preparação:
Cortam-se aos bocadinhos a couve, o bacalhau e as batatas que sobraram da consoada.Picam-se alguns dentes de alho e alouram-se em azeite. Juntam-se as couves, o bacalhau e as batatas, mexe-se e deixa-se ao lume apenas o tempo necessário para aquecer bem.
Atenção:
Este prato é feito apenas com os restos da consoada, que já se fez mais abundante para que a roupa-velha possa ser feita no almoço do dia de Natal.


Rabanadas Antigas


Ingredientes:
1 Pão de cacete de 50
300 G de açúcar1 colher de sopa de manteiga1 pau de canela1 casca de limão2 gemas2 ovos7,5 dl de vinho tinto verde ou maduro250 g de mel1 colher de sobremesa de canela em póÓleo para fritar
Preparação:
Corta-se o cacete em fatias com cerca de 1 cm de espessura.Leva-se ao lume o açúcar com 2 dl de água, a manteiga, o pau de canela, a casca de limão e uma pitada de sal. Deixa-se ferver durante 5 minutos.Retira-se do lume e introduzem-se as fatias de pão na calda bem quente.Escorrem-se sobre uma peneira ou passador.Em seguida, passam-se as fatias pelas gemas batidas com os ovos inteiros e alouram-se em óleo quente. À medida que se vão fritando as rabanadas, põem-se numa travessa funda e polvilham-se com açúcar e canela.À parte, mistura-se o vinho tinto com o mel, a canela em pó e, se o vinho for verde ou agreste, açúcar. Leva-se ao lume só para levantar fervura e deita-se sobre as rabanadas. Viram-se com cuidado para não se partirem.Servem-se no dia seguinte.

Vinho do Porto

Ingredientes:
0,5L de vinho do Porto de boa qualidade½ cálice de aguardente velha1 colher de sopa de mel1 chávena de café de passas1 chávena de café de corintos1 pau de canela
Preparação:
Deite o vinho do Porto num tacho. Em seguida, leve-o ao lume e vá adicionando os ingredientes pela ordem acima referidos. Mexa muito bem até levantar fervura e sirva.


Bacalhau da Consoada

Preparação:
Cozem-se postas de bacalhau bem alto demolhado juntamente com couves pencas (couve portuguesa). À parte, cozem-se batatas com pele. Na altura de servir, descascam-se os ovos e pelam-se as batatas. Serve-se tudo junto ou em recipientes separados. Deve preparar-se tudo à última da hora para que seja servido bem quente.
Preparação do molho:
Leva-se ao lume uma porção de azeite (cerca de 0,5 dl por pessoa) com alguns dentes de alho abertos ao meio. Quando levantar fervura, retira-se do lume e junta-se um pouco vinagre. Serve-se numa molheira.

Trabalho realizado por:
Ana Rita Ribeiro
Patrícia Silva

Natal


O Natal surge com o nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes, símbolo de Cristo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes, a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós.
Trabalho realizado por:
Helena Reis
Jorge Pinto

Tradições de Natal

O Presépio:
Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III, mas a tradição do presépio, na sua forma actual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de Natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI.


PINHEIRO DE NATAL:
Tradição nascida em tempos medievais, de fundo cristão, reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. Peças religiosas eram representadas com grande sucesso popular nas igrejas ou seus átrios de entrada, fazendo sempre alusão ao Paraíso, representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos, colocada no meio da cena teatral. Esta árvore do Paraíso ficou como um dos sinais das festas de Natal celebradas a partir do século XI.


COROA DE ADVENTO:
Em muitos países faz-se durante o advento, com ramos de pinheiro, uma coroa ou guirlanda com quatro velas para o tempo prévio da chegada do Menino, conhecido como Advento. Estas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo deste tempo litúrgico, acende-se a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. Eles morrem nesta terra mas viverão em Deus. No segundo domingo, a segunda vela acesa representa a fé dos patriarcas. Eles creem no dom da terra prometida. A terceira vela simboliza a alegria do rei David, que celebrou a aliança e sua continuidade. Esta terceira vela sempre têm uma cor mais alegre, particularmente o rosa, para distingui-la das outras mais sóbrias. A última vela simboliza o ensinamento dos profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça.
Trabalho realizado por:
Ana Rita Ribeiro
Patrícia Silva