quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Tradições de Natal

O Presépio:
Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III, mas a tradição do presépio, na sua forma actual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de Natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI.


PINHEIRO DE NATAL:
Tradição nascida em tempos medievais, de fundo cristão, reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. Peças religiosas eram representadas com grande sucesso popular nas igrejas ou seus átrios de entrada, fazendo sempre alusão ao Paraíso, representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos, colocada no meio da cena teatral. Esta árvore do Paraíso ficou como um dos sinais das festas de Natal celebradas a partir do século XI.


COROA DE ADVENTO:
Em muitos países faz-se durante o advento, com ramos de pinheiro, uma coroa ou guirlanda com quatro velas para o tempo prévio da chegada do Menino, conhecido como Advento. Estas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo deste tempo litúrgico, acende-se a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. Eles morrem nesta terra mas viverão em Deus. No segundo domingo, a segunda vela acesa representa a fé dos patriarcas. Eles creem no dom da terra prometida. A terceira vela simboliza a alegria do rei David, que celebrou a aliança e sua continuidade. Esta terceira vela sempre têm uma cor mais alegre, particularmente o rosa, para distingui-la das outras mais sóbrias. A última vela simboliza o ensinamento dos profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça.
Trabalho realizado por:
Ana Rita Ribeiro
Patrícia Silva

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